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Sociedades secretas subterrâneas

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Os exemplos da nossa lista vão levar a sua concepção da palavra underground a um outro nível. Se não beber Coca-Cola e evitar ir ao McDonalds são os maiores exemplos que você consegue pensar pra dizer que alguém é punk, descobrir em quais situações muita gente vive vai te fazer repensar o próprio conceito de cidades e sociedades. Seja pela fuga, pela falta de opção ou discriminação, esses impróprios locais são o último refúgio para sobreviventes de guerras, miséria e abanodono social, o que explicita não apenas a capacidade de adaptação e persistência, mas também o descaso com o qual governos conseguem tratar seus cidadãos. Sem mais, vamos à lista:

Bucareste, Romênia

O país do conde Drácula avançou no tempo, mas continua tendo vampiros. Isso porque, abaixo das ruas da cidade, existe uma rede de túneis que serve como abrigo para um extenso grupo de viciados em drogas e portadores de HIV, que usam correntes e indumentária punk, ao melhor estilo Mad Max, numa sociedade alternativa completamente funcional. O seu líder, apelidado de Bruce Lee, dá a permissão para quem pode ou não entrar no local, que tem como porta um buraco em uma ilha de trânsito. Dentro do local há música continuamente, crianças usando drogas e cheirando latas de tinta, cães e gatos abandonados e até grama sintética. A população local apoia Bruce Lee e o vê como um heroi, pois ele retira crianças das ruas, onde poderiam morrer congeladas ou serem violentadas.

Ulan Bator, Mongólia

Quando a Mongólia fracassou em sua tentativa socialista e voltou ao capitalismo, uma grande parte de sua população se viu desempregada e sem local para morar. Como resultado, muitas crianças foram abandonadas por seus pais. Os invernos no local chegam a -34 graus Celsius, o que fez com que as mesmas se abrigassem no sistema de esgoto, com vapor e proteção. Enquanto as crianças foram resgatadas pelo governo, alguns anos depois, os adultos, constantemente embriagados com álcool mal sintetizado, foram ignorados e continuam no local até hoje. Apesar dos canos soltarem vapor e trazerem calor ao local, seu superaquecimento pode levar à morte, o que já levou várias pessoas a óbito.

Kazan, Rússia

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Durantes investigações sobre ataques terroristas, a polícia se deparou com um bunker de 8 andares, escondido sob uma mesquita russa. Foram encontradas 27 crianças e 38 adultos, que viviam em câmaras de meditação, sem aquecimento ou janelas. A maior parte dessas crianças jamais foi à escola, ao médico ou sequer viu a luz do Sol.
Nos anos 60, Faizrakham Satarov viu faíscas saindo dos cabos de um ônibus elétrico, e os interpretou como sinais divinos, declarando a si mesmo um profeta islâmico e construindo o bunker para doutrinar jovens, que se recusaram a abandonar o local após serem descobertos.

Império dos mortos, França

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Sob Paris, 320 quilômetros de catacumbas se estendem, onde mais de 6 milhões de cadáveres repousam eternamente. Durante um treinamento, a polícia francesa encontrou sob o Palais de Chaillot uma sociedade secreta, equipada com energia, telefones, restaurantes e até mesmo cinemas. O teto do local era pintado com suásticas, cruzes celtas e estrelas de David, uma salada religiosa de estranho resultado. Quando voltaram ao lugar para investigar, a eletricidade e evidências haviam sumido. Encontraram um bilhete que dizia “não tente nos achar”.
Apesar do terror envolvido com toda a situação, na verdade essa foi uma ação do grupo conhecido como Mexican Consolidated Drilling Authority (algo como Autoridade de Escavação Mexicana Consolidada), que assumiu a autoria do “projeto”. De acordo com os representantes do grupo, intervenções são realizadas em lugares de Paris ignorados pelo governo e que precisam de reforma. Mas essa é uma desculpa bem estranha para enfiar um cinema em catacumbas medievais.

New Kingston, Jamaica

A homofobia é fortíssima na Jamaica, com mais de 85% da população rejeitando-a e sendo contra o casamento gay. Assassinatos e agressões físicas e verbais acontecem o tempo todo no país, o que fez com que os homossexuais jamaicanos se refugiassem da população em canais de drenagem pluvial. Dormindo em colchões úmidos ou pedaços de papelão, são molhados e sujos cada vez que chove, mas, na superfície, recebem pedradas e lixo é jogado neles, não restando muita alternativa.

FONTE: Listverse

 

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